quarta-feira, 30 de abril de 2014

Não sei o dia nem a hora.

A vida é frágil e eu tenho medo de não saber aproveitá-la. Tenho medo de ter medo de ter medo, pois faz com que eu sinta como se não estivesse tudo bem. Se tudo não fosse como é, como poderia ser? Como eu estou? Diga-me você. Bem, eu suponho. Sou o último gole de um vinho barato: aquele que desce queimando quando seu corpo está sonolento.